Literatura não é um jogo de cartas marcadasPor Ivani Cardoso
“O bom professor é aquele que diverte enquanto ensina. Sem humor, clareza, leveza, simpatia e um olhar prático (mostrar para que serve o conteúdo ensinado) não há salvação. Mas para brincar com o conteúdo é preciso dominá-lo profundamente”. A definição é do escritor, professor, jornalista, tradutor e editor carioca Rodrigo Lacerda. Quando comenta o que é preciso fazer para incentivar a leitura na escola para os jovens, a resposta vem bem rápida: “O primeiro passo é não ter preconceitos contra o que eles gostam de ler, para que eles não nos devolvam o mesmo preconceito. O segundo passo é não apresentar a literatura como um jogo de cartas marcadas, regido por um cânone rígido, e sim apresentá-la como o que ela realmente é: um território fluido de afinidades eletivas, no qual eles terão sempre a liberdade de dizer Não gostei, mesmo que se trate de um grande autor consagrado ou de um clássico”, analisa. Nascido no Rio de Janeiro em 1969, mas morando atualmente em São Paulo, Rodrigo venceu duas vezes o Prêmio Jabuti, além de ter sido ganhador dos prêmios da Academia Brasileira de Letras, Portugal Telecom, FNLIJ e Biblioteca Nacional. Seus projetos para o próximo ano são um livro de contos, que se chamará Reserva Natural, e a continuação do livro juvenil O Fazedor de Velhos.
Como tradutor, verteu para o português autores como William Faulkner, Alexandre Dumas, Raymond Carver, entre outros, tendo recebido o Prêmio Jabuti de Melhor Tradução de Língua Francesa, em 2009, e de Melhor Tradução, em 2010. Trabalhou em algumas das mais importantes editoras do Brasil, como a Nova Fronteira, a Editora da Universidade de São Paulo e a Cosac Naify. Atualmente, é membro do conselho editorial da Zahar. É doutorado pela Universidade de São Paulo em Teoria Literária e Literatura Comparada.
Confira a íntegra da entrevista:
Você escreve romance, contos e obras para crianças
e jovens. O que pulsa mais forte?
O romance, sem dúvida. A sensação de mergulhar bem fundo, prender a respiração e só respirar mais adiante é a que mais gosto como leitor e, por consequência, como escritor também.
Tudo o mais é um pouco acidental. Faço ou por encomenda ou porque nem sempre controlamos o formato daquilo que produzimos. No entanto, meu livro mais bem sucedido é um livro juvenil, O Fazedor de Velhos. Mas considero isso uma pequena ironia do destino.
Quando começou a escrever?
Aos 25 anos, ao fazer um curso de pós-graduação sobre as fronteiras entre literatura e história, fui instado a transformar meu projeto de tese, sobre a concepção de destino em Shakespeare, em um conto. Assim escrevi o primeiro livro, O Mistério do Leão Rampante, e desisti de seguir a carreira de historiador.
Você foi uma criança leitora?
Eu diria que fui sobretudo uma criança que gostava de ler e que gostava dos livros. Mas hoje acho que li até pouco, e gostaria de ter lido muito mais.
De onde vem a inspiração?
De tudo, pessoas, lugares, lembranças, diálogos, histórias etc. Todo livro e todo personagem são resultados de uma grande mistura de experiência e observação. Sem esse liquidificador emocional tanto o livro quanto o personagem soam artificiais, duros e esquemáticos.
Você ganhou vários prêmios. Premiação vende
livros no Brasil?
Não, não vende. É um mistério, mas não vende. O prêmio serve ao escritor como currículo, como carta de recomendação para convites, bolsas etc, mas não como impulsionador de venda ou da popularidade.
Qual é o maior desafio: traduzir ou escrever?
Escrever, disparado, é bem mais difícil. A tradução, por mais complicada que seja, não envolve o enfrentamento da página em branco, o que diminui drasticamente a ansiedade e o desafio. Na tradução, a história, a psicologia dos personagens, já está tudo lá. Enquanto que, ao escrever, você precisa encontrar a emoção dentro de você, e a história.
Quem são seus escritores preferidos?
João Ubaldo Ribeiro, Eça de Queiroz, William Shakespeare e William Faulkner. Em diferentes momentos da vida, todos eles mudaram minha visão de mundo, minha compreensão das coisas. É mais do que gostar dos livros, eles tiveram um impacto real na minha vida como um todo.
Como incentivar crianças e jovens, nativos
digitais, para a leitura?
O primeiro passo é não ter preconceitos contra o que eles gostam de ler, para que eles não nos devolvam o mesmo preconceito. O segundo passo é não apresentar a literatura como um jogo de cartas marcadas, regido por um cânone rígido, e sim apresentá-la como o que ela realmente é: um território fluido de afinidades eletivas, no qual eles terão sempre a liberdade de dizer "Não gostei", mesmo que se trate de um grande autor consagrado ou de um clássico.
Acha que essa nova geração vai deixar o livro impresso de lado?
Duvido muito. Há anos se fala disso, mas continuamos produzindo mais e mais livros impressos. Acho que para se acreditar nisso teríamos de ser um pouco autistas. Basta ver que mesmo os autores que nascem e constituem leitores nos seus blogs veem como um ritual de passagem importante o momento em que têm seu primeiro livro impresso. O livro dá uma permanência à obra.
A escola ou a família influencia mais o hábito de leitura?
Ambos influenciam e, ao mesmo tempo, ambos são impotentes, caso o jovem não tenha vocação para ler. Mas é um trabalho conjunto. O que não dá é pai e mãe que dizem ser importante ler mas, eles mesmos, não lerem. Assim como não dá para a escola tentar impor hierarquias literárias muito rígidas, que não guardam espaço para as afinidades eletivas de que falei.
O que acha da literatura infantil e juvenil brasileira?
Acho boa. No caso da juvenil, contudo, acho que subestima um pouco o fôlego leitor dos nossos jovens. Jamais um autor brasileiro faria um Harry Potter, com 500 páginas, centenas de personagens, dezenas de tramas embricadas etc. Subestimamos a inteligência dos jovens apesar de todas as demonstrações de que poderíamos exigir mais deles.
Como você vê o interesse despertado pela ilustração de livros infantis, agora até como categoria do Jabuti? Como foi a experiência de participar da última Bienal como curador do Café Literário?
Foi divertido. Vivo muito sozinho, trabalhando em casa, e foi bom entrar em contato com tantas pessoas, fazer convites a artistas que eu admirava sem conhecer pessoalmente etc. Foi uma boa experiência.
Para você, escrever é uma tarefa solitária ou você consegue escrever durante a rotina diária?
Sim, é solitária. Mas eu gosto disso. Enquanto trabalhava dentro de editoras, sempre tive a sensação de que a parte mais desgastante não era o trabalho em si, mas lidar com as neuroses alheias – a competição, as inseguranças etc. E também prefiro trabalhar em casa porque jogo com o tempo com mais liberdade, trabalhando nos meus livros na hora em que bate a vontade, e não nos restos do dia após o expediente.
Qual é o seu grande sonho na literatura?
Meu grande sonho? Acho que já tive grandes sonhos. Agora não mais, quero só me divertir e me desafiar sempre. Gosto de mudar meu jeito de escrever constantemente.
Fonte disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02866/>
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Feira de Publicações Independentes no Sesc Pompeia
Feira de Publicações Independentes no Sesc Pompeia
O evento tem a participação de 50 produtores editoriais e oferece oficinas e minicursos ao longo do mês. A Feira de Publicações Independentes recebe o nome de AVESSA e acontece nos dias 12 e 13 de dezembro, reunindo produções coletivas e alternativas de diferentes linguagens das artes visuais, de todas as regiões do Brasil e de países da América Latina. A partir do dia 8 de dezembro a unidade oferece minicursos que dizem respeito ao universo das publicações. Os 55 grupos convidados para a Feira de 2015 representam regiões do Brasil e os países Argentina, Venezuela, México e Colômbia. Há várias oficinas ligadas à área de Quadrinhos.
Feira de Publicações Independentes - AVESSA
Dias 12 e 13 de dezembro, sábado e domingo, a partir das 14 horas.
Sesc Pompeia
Rua Clelia, 93, São Paulo s 14h
Rua Central
Site
Fonte Disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02842/>
O evento tem a participação de 50 produtores editoriais e oferece oficinas e minicursos ao longo do mês. A Feira de Publicações Independentes recebe o nome de AVESSA e acontece nos dias 12 e 13 de dezembro, reunindo produções coletivas e alternativas de diferentes linguagens das artes visuais, de todas as regiões do Brasil e de países da América Latina. A partir do dia 8 de dezembro a unidade oferece minicursos que dizem respeito ao universo das publicações. Os 55 grupos convidados para a Feira de 2015 representam regiões do Brasil e os países Argentina, Venezuela, México e Colômbia. Há várias oficinas ligadas à área de Quadrinhos.
Feira de Publicações Independentes - AVESSA
Dias 12 e 13 de dezembro, sábado e domingo, a partir das 14 horas.
Sesc Pompeia
Rua Clelia, 93, São Paulo s 14h
Rua Central
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Novo livro da série "O Diário de um Banana" e o autor afirma: "Ler pode ser muito divertido"
Caros leitores,
O que faz um livro virar sucesso mundial? Jeff Kinney, autor da famosa série Diário de um banana começou a desenhar em 1998 os primeiros esboços de seu personagem Greg Heffley, em um pequeno apartamento em Massachusetts. Um ano depois, o caderno de esboços se transformou em um livro best-seller internacional, já traduzido em 28 línguas e com milhões de cópias vendidas em todo o mundo, sempre com enorme sucesso. Agora, o autor lança mundialmente o décimo volume da série Diário de um Banana, Bons tempos, que sai no Brasil pela V&R Editoras, mais uma vez sobre um garoto que deseja ser muito popular e no seu cotidiano tem que lidar com os seus irmãos Rodrick e Manny, os seus pais Frank e Susan, e a escola. Nesse novo livro, Greg enfrenta um grande desafio: o que aconteceria se as pessoas resolvessem abandonar a tecnologia e voltassem a viver nos velhos tempos? Acostumado ao conforto do mundo moderno, o garoto retorna ao passado, acompanhando a nova realidade dos moradores da cidade que resolveram dar um tempo dos aparelhos eletrônicos. Greg fica irritado com a mudança e com a necessidade de abrir mão de todas as facilidades tecnológicas, mas vai descobrir na convivência com o avô, que agora mora com a família, muitas informações sobre o passado de seus pais, desencadeando uma série de eventos inesperados. Lançado simultaneamente em todo o mundo nesse mês de novembro, a obra traz uma reflexão sobre o uso desmedido da tecnologia. A série já vendeu milhões de exemplares ao redor do mundo e ganhou as telas do cinema. Em 2009, Jeff foi escolhido como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Ele passou a infância na região de Washington e depois morou por um tempo em New England. Atualmente, Jeff mora em Massachusetts com a esposa e os dois filhos, onde mantêm a livraria An Unlikely Story.
Confira a íntegra da entrevista exclusiva:
De onde veio a inspiração para a série?
Muito da inspiração de O diário de um Banana vem do cotidiano. Primeiramente era exclusivamente das minhas experiências pessoais, mas agora que tenho filhos, tiro muito do mundo deles.
Seu nome está entre as 100 pessoas mais influentse do mundo. Como você encara essa responsabilidade com os leitores?
Sinto que minha maior responsabilidade para com as crianças é escrever livros que mereçam ser lidos por elas. Quando escrevo, sei que milhões de crianças vão ler, então procuro fazer com que a minha escrita seja o mais marcante possível. Acho que meus livros ajudam as crianças a se tornarem leitores, porque percebem que ler pode ser divertido.
Quando você escreve, o que tenta passar para as crianças?
Eu tento ser honesto com as crianças. O Diário de um Banana pinta o mundo como ele é, ou pelo menos com eu me lembro dele… Ser criança não é fácil.
Você começou cedo a ler?
Eu era uma criança leitora. Eu lia muita literatura baseada em contar a vida de um personagem, que provavelmente eram histórias escritas mais para meninas, até que conheci os livros de fantasia, como O Hobbit, por exemplo.
Qual o segredo do sucesso dos seus livros?
Acredito que a infância seja universal. E as histórias de Greg são as histórias da infância.
Como surgiu a ideia do novo livro?
Acho que estamos vivendo em uma era onde temos tecnologia demais, e isso está cada vez pior. E a tecnologia está afetando a maneira como as pessoas interagem umas com as outras. Preferimos trocar mensagens de texto com um amigo que está muito longe de nós ao invés de conversar com a pessoa sentada ao nosso lado.
O que gostaria de conhecer no Brasil?
Eu gostaria de ir para a região norte, onde nunca estive. Gostaria de viajar pelo Amazonas…
Se você pudesse infuenciar os professores pelo mundo, o que faria?
Acredito que os melhores professores são cheios de energia e se preocupam profundamente com seus alunos. Eu gostaria de contratar o maior número possível de professores cuidadosos e amorosos.
Fonte Disponível em: <http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02815/>
O que faz um livro virar sucesso mundial? Jeff Kinney, autor da famosa série Diário de um banana começou a desenhar em 1998 os primeiros esboços de seu personagem Greg Heffley, em um pequeno apartamento em Massachusetts. Um ano depois, o caderno de esboços se transformou em um livro best-seller internacional, já traduzido em 28 línguas e com milhões de cópias vendidas em todo o mundo, sempre com enorme sucesso. Agora, o autor lança mundialmente o décimo volume da série Diário de um Banana, Bons tempos, que sai no Brasil pela V&R Editoras, mais uma vez sobre um garoto que deseja ser muito popular e no seu cotidiano tem que lidar com os seus irmãos Rodrick e Manny, os seus pais Frank e Susan, e a escola. Nesse novo livro, Greg enfrenta um grande desafio: o que aconteceria se as pessoas resolvessem abandonar a tecnologia e voltassem a viver nos velhos tempos? Acostumado ao conforto do mundo moderno, o garoto retorna ao passado, acompanhando a nova realidade dos moradores da cidade que resolveram dar um tempo dos aparelhos eletrônicos. Greg fica irritado com a mudança e com a necessidade de abrir mão de todas as facilidades tecnológicas, mas vai descobrir na convivência com o avô, que agora mora com a família, muitas informações sobre o passado de seus pais, desencadeando uma série de eventos inesperados. Lançado simultaneamente em todo o mundo nesse mês de novembro, a obra traz uma reflexão sobre o uso desmedido da tecnologia. A série já vendeu milhões de exemplares ao redor do mundo e ganhou as telas do cinema. Em 2009, Jeff foi escolhido como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Ele passou a infância na região de Washington e depois morou por um tempo em New England. Atualmente, Jeff mora em Massachusetts com a esposa e os dois filhos, onde mantêm a livraria An Unlikely Story.
Confira a íntegra da entrevista exclusiva:
De onde veio a inspiração para a série?
Muito da inspiração de O diário de um Banana vem do cotidiano. Primeiramente era exclusivamente das minhas experiências pessoais, mas agora que tenho filhos, tiro muito do mundo deles.
Seu nome está entre as 100 pessoas mais influentse do mundo. Como você encara essa responsabilidade com os leitores?
Sinto que minha maior responsabilidade para com as crianças é escrever livros que mereçam ser lidos por elas. Quando escrevo, sei que milhões de crianças vão ler, então procuro fazer com que a minha escrita seja o mais marcante possível. Acho que meus livros ajudam as crianças a se tornarem leitores, porque percebem que ler pode ser divertido.
Quando você escreve, o que tenta passar para as crianças?
Eu tento ser honesto com as crianças. O Diário de um Banana pinta o mundo como ele é, ou pelo menos com eu me lembro dele… Ser criança não é fácil.
Você começou cedo a ler?
Eu era uma criança leitora. Eu lia muita literatura baseada em contar a vida de um personagem, que provavelmente eram histórias escritas mais para meninas, até que conheci os livros de fantasia, como O Hobbit, por exemplo.
Qual o segredo do sucesso dos seus livros?
Acredito que a infância seja universal. E as histórias de Greg são as histórias da infância.
Como surgiu a ideia do novo livro?
Acho que estamos vivendo em uma era onde temos tecnologia demais, e isso está cada vez pior. E a tecnologia está afetando a maneira como as pessoas interagem umas com as outras. Preferimos trocar mensagens de texto com um amigo que está muito longe de nós ao invés de conversar com a pessoa sentada ao nosso lado.
O que gostaria de conhecer no Brasil?
Eu gostaria de ir para a região norte, onde nunca estive. Gostaria de viajar pelo Amazonas…
Se você pudesse infuenciar os professores pelo mundo, o que faria?
Acredito que os melhores professores são cheios de energia e se preocupam profundamente com seus alunos. Eu gostaria de contratar o maior número possível de professores cuidadosos e amorosos.
Fonte Disponível em: <http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02815/>
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
A literatura toma conta de São Paulo entre os dias 12 e 15 de Novembro
Caros Leitores,
São Paulo vai respirar literatura nestes próximos dias com a realização da primeira edição do Emil (Encontro Mundial da Invenção da Literatura), entre os dias 12 e 15 de novembro, e a III FLINKSAMPA, no Memorial da América Latina, nos dias 13 e 14 de novembro. O Emil é organizado pela APL (Academia Paulista de Letras), ANL (Associação Nacional de Livrarias) e CBL (Câmara Brasileira do Livro), com 200 horas de programação gratuita em aproximadamente 25 lugares da cidade, incluindo mesas de debate com autores, grupos de contação de histórias para crianças e saraus. Serão usados espaços públicos como o Museu da Língua Portuguesa, bibliotecas Mário de Andrade e São Paulo, Pinacoteca, a sede da APL e livrarias com porte para receber grande público, como Saraiva, Cultura e Livraria da Vila. Os organizadores esperam a participação de 100 escritores nacionais e 10 internacionais no evento, entre eles o angolano José Eduardo Agualusa e os brasileiros Paulo Lins, Michel Laub, Raimundo Carrero e Rubens Figueiredo.
FLINKSAMPA
Para participar de debates, mesas-redondas e bate-papos chegam do Exterior os escritores Caryl Férey, da França, Lopito Feijó e Pepetela, de Angola, Mary Grueso, da Colombia, Odete Semedo, da Guiné-Bissau, Shirley Campbell, da Costa Rica, Teresa Cárdenas, de Cuba, e Ungulani, de Moçambique. Além deles, Wole Soyinka, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1986, também participará da festa do conhecimento, literatura e cultura negra. Caryl Férey, escritor especializado em romances policiais, estará no bate-papo com escritores estrangeiros no primeiro dia do evento (13), às 16h. O tema da discussão será O Mito da Construção Literária. Feréy começou a carreira em 1994, mas seu grande sucesso veio com o livro Haka, em 1998.
Leia mais
Fonte Disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02817/>
São Paulo vai respirar literatura nestes próximos dias com a realização da primeira edição do Emil (Encontro Mundial da Invenção da Literatura), entre os dias 12 e 15 de novembro, e a III FLINKSAMPA, no Memorial da América Latina, nos dias 13 e 14 de novembro. O Emil é organizado pela APL (Academia Paulista de Letras), ANL (Associação Nacional de Livrarias) e CBL (Câmara Brasileira do Livro), com 200 horas de programação gratuita em aproximadamente 25 lugares da cidade, incluindo mesas de debate com autores, grupos de contação de histórias para crianças e saraus. Serão usados espaços públicos como o Museu da Língua Portuguesa, bibliotecas Mário de Andrade e São Paulo, Pinacoteca, a sede da APL e livrarias com porte para receber grande público, como Saraiva, Cultura e Livraria da Vila. Os organizadores esperam a participação de 100 escritores nacionais e 10 internacionais no evento, entre eles o angolano José Eduardo Agualusa e os brasileiros Paulo Lins, Michel Laub, Raimundo Carrero e Rubens Figueiredo.
FLINKSAMPA
Para participar de debates, mesas-redondas e bate-papos chegam do Exterior os escritores Caryl Férey, da França, Lopito Feijó e Pepetela, de Angola, Mary Grueso, da Colombia, Odete Semedo, da Guiné-Bissau, Shirley Campbell, da Costa Rica, Teresa Cárdenas, de Cuba, e Ungulani, de Moçambique. Além deles, Wole Soyinka, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1986, também participará da festa do conhecimento, literatura e cultura negra. Caryl Férey, escritor especializado em romances policiais, estará no bate-papo com escritores estrangeiros no primeiro dia do evento (13), às 16h. O tema da discussão será O Mito da Construção Literária. Feréy começou a carreira em 1994, mas seu grande sucesso veio com o livro Haka, em 1998.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Programação do evento CONVERSAS AO PÉ DA PÁGINA
Caros Leitores,
para você que gosta de um bom papo sobre o mundo da leitura não perca a programação do Bloco II do evento "Conversas ao Pé da Página".
BLOCO 2 - 17 e 18 de novembro de 2015
INSCRIÇÕES: De 26 de outubro a 12 de novembro
INSCRIÇÕES: De 26 de outubro a 12 de novembro
OFICINAS - SESC Pinheiros
17 e 18 de novembro de 2015 (terça e quarta-feira)
17 e 18 de novembro de 2015 (terça e quarta-feira)
"Livros para crianças que são livros para crianças - A reivindicação de uma preposição"
Gustavo Puerta Leisse
(Ministrada em espanhol)
Credenciamento às 8h30
Oficina das 9h às 12h
Duração: 6 horas (3h no dia 17, e 3h no dia 18)
Público: Professores, mediadores, bibliotecários, editores e todos os interessados no livro para crianças e jovens.
Quando se discute o gênero da literatura infantil, muitas vezes surgem duas posições: a que reivindica o literário, e a que reivindica o infantil. Desta confrontação surgem novos debates, como aquele que contrapõe a qualidade à acessibilidade, ou aquele que contrapõe políticas de leitura que defendem a transmissão dos clássicos àquelas que defendem os best-sellers e outras obras de consumo. Nesta oficina vamos refletir sobre esta visão dicotômica da literatura para crianças e jovens. Examinaremos suas raízes históricas e analisaremos como esta abordagem afeta a criação, produção, recepção e estudo da literatura infantil.
"Imaginar por imagens"
Chiara Carrer
(Ministrada em espanhol)
Credenciamento às 8h30
Oficina das 9h às 12h
Duração: 6 horas (3h no dia 17, e 3h no dia 18)
Público: Ilustradores, editores e todos os interessados no livro para crianças e jovens.
Como uma ideia se transforma em imagem? Como a imagem tem um itinerário especial e pessoal? Como se juntam as linguagens, como se enriquecem uma à outra imagem e palavras? Um projeto que parte da uma narração é ele diferente de um onde o ponto de partida é uma ideia temática? Estas são algumas das preguntas que constroem as bases de um projeto e acompanham quem o elabora a cada momento.
Nesta oficina trataremos de ver estas questões que estão na base de todo processo criativo que tem como objetivo a produção de um livro ilustrado.
SEMINÁRIOS - SESC Pinheiros
17 de novembro de 2015 (terça-feira):
17 de novembro de 2015 (terça-feira):
12h15 | Cadastramento
13h45 | Abertura
14h - 15h30 | Conversa 1: LEITURA NA CONTEMPORANEIDADE - POR QUE LER HOJE?
Gustavo Puerta
Manuel Bragado
15h30 - 16h | Café
16h - 17h30 | Conversa 2: BIBLIOTECAS - ESPAÇOS EM CONSTRUÇÃO
Fabíola Farias
Vera Saboya
Veridiana Negrini
17h30 - 18h | Conversas com o público
19h - 21h | Conversa 3: MERGULHO NA PRODUÇÃO ATUAL
Dolores Prades
Martin Salisbury
Sandra L. Beckett
SEMINÁRIOS - SESC Pinheiros
18 de novembro (quarta-feira):
18 de novembro (quarta-feira):
12h15 | Cadastramento
13h45 | Abertura
14h - 15h30 | Conversa 4: LEITORES EM RISCO E LITERATURA NAS PERIFERIAS
Ivan Marques
Mônica Sacramento
Otávio César Filho
Rodrigo Ciríaco
15h30 - 16h | Café
16h - 17h30 | Conversa 5: LINGUAGENS POÉTICAS E FUTUROS LEITORES
Chiara Carrer
Gil Veloso
17h30 - 18h | Conversas com o público
CONVERSAS PARALELAS
Local: Biblioteca Municipal Viriato Corrêa
Rua Sena Madureira, 298 - Vila Mariana, São Paulo - SP
Local: Biblioteca Municipal Viriato Corrêa
Rua Sena Madureira, 298 - Vila Mariana, São Paulo - SP
Duração das conversas paralelas: 1h30min
19 de novembro de 2015 (quinta-feira):
"Livros ilustrados não são apenas para crianças"Sandra L. Beckett
(Idioma inglês - tradução simultânea)
Das 14h às 15h30
Os livros ilustrados têm sido tradicionalmente vistos como um gênero infantil. No livro Crossover Picturebooks: A Genre for All Ages, argumento que os livros ilustrados são uma forma de narrativa que pode se dirigir a qualquer ou a todas as idades. Muitos autores e ilustradores desafiam as categorias específicas por idade dos leitores que prevalecem nas publicações infantis. Esses livros ilustrados inovadores e provocativos transcendem os critérios de idade e dos limites, porque desafiam os códigos e normas convencionais do gênero. Vamos explorar esse papel a partir de uma seleção de livros ilustrados que desafiam esses limites.
"O ressurgimento do livro ilustrado: novas tendências no Reino Unido"
Martin Salisbury
(Idioma inglês - tradução simultânea)
Das 16h às 17h30
Com o crescimento das novas plataformas ao longo dos últimos dez anos e o consequente declínio das vendas de livros, muitos previram a morte do livro. Ao mesmo tempo, falou-se muito dos 'app picturebook' como um substituto ao tradicional livro ilustrado. Na verdade, a nova tecnologia simplesmente acelerou uma reavaliação dos pontos fortes e fracos e dos usos apropriados das diferentes plataformas. E as vendas do livro ilustrado acabaram reagindo. Houve necessidade de destacar e enfatizar suas qualidades físicas únicas como a tátil, e as possibilidades de compartilhamento. Novos editores independentes abriram caminho para a criação de livros ilustrados cada vez mais lindos. Esta apresentação pretende explorar a nova "Idade de Ouro" dos livros ilustrados no Reino Unido.
OFICINAS TRANSFORMANDO JOVENS LEITORES
Local: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Bela Vista - São Paulo - SP
Compondo a programação do Seminário Conversas ao Pé da Página 2015, a série de três oficinas, realizada em parceria com o British Council, tem como objetivo o desenho de projetos envolvendo jovens na criação e liderança de programas e serviços de leitura. Local: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Bela Vista - São Paulo - SP
Transformando Jovens Leitores
Workshop com Jonathan Douglas - 17 e 18 de novembro - 10h às 12h
(Idioma inglês - tradução simultânea)
Abordagem da metodologia Aprendizagem Inspiradora para Todos, desenvolvida no Reino Unido por museus, bibliotecas e arquivos, com o objetivo de auxiliar no planejamento e avaliação dos resultados de seus programas. A metodologia foi adaptada especificamente para auxiliar no planejamento e avaliação de projetos e atividades de leitura lideradas por jovens no âmbito do programa Transformando Jovens Leitores, desenvolvido através de uma parceria entre o Brasil e o Reino Unido.
Com Jonathan Douglas, diretor da National Literacy Trust, organização britânica dedicada a projetos e campanhas de alfabetização e incentivo à leitura e da Consumer Finance Education Body, além de membro do Comitê Consultivo do Man Booker Prize.
17 e 18/11. Terça e quarta-feira, 10h às 12h.
R$ 50,00; R$ 25,00; R$ 15,00
Bibliotecas transformando jovens leitores
Workshop com Sue Ball - 18 de novembro - 10h às 12h
(Idioma inglês - tradução simultânea)
A oficina destaca o trabalho que as bibliotecas de Staffordshire, no Reino Unido, estão realizando com os jovens e como os jovens estão sendo incentivados a coordenar diversas iniciativas nas bibliotecas. O trabalho será realizado com foco no Reading Hack (Hack de Leitura), um programa nacional de voluntários liderado por jovens entre 13 e 24 anos de idade, que acontece nas bibliotecas locais. A gestão do projeto é realizada pela organização britânica The Reading Agency.
Com Sue Ball, Secretária da Associação Nacional de Bibliotecários Sênior para a Infância e a Educação (ASCEL) do Reino Unido, Gerente de Desenvolvimento de Bibliotecas com responsabilidade pelos serviços de biblioteca para crianças e jovens no Conselho do Condado de Staffordshire.
18/11. Quarta-feira, 10h às 12h.
R$ 30,00; R$ 15,00; R$ 9,00
Alfabetização liderada por Jovens - aproveitando o poder de modelos de pares positivos em escolas
Workshop com Clare Agar - 17 de novembro - 10h às 12h
(Idioma inglês - tradução simultânea)
Apresentação dos modelos de planejamento e avaliação do projeto Transformando Jovens Leitores, utilizados em projetos de leitura liderados por jovens em escolas no Reino Unido. Será utilizado, como estudo de caso ilustrativo, um projeto-piloto nacional da organização britânica National Literacy Trust, realizado atualmente em cinco escolas secundárias de Londres, sendo compartilhadas práticas para estimular a liderança entre os jovens e ainda a busca de financiamento para o desenvolvimento de projetos.
Com Clare Argar, representante da organização britânica National Literacy Trust na Rede Europeia de Políticas de Alfabetização e líder de uma equipe de gerentes de três programas nacionais desenvolvidos pela mesma, dentre eles, o Programa Jovens Leitores. Formada em Artes pela Universidade de Durham e Mestre de Filosofia em Antropologia Social pela Universidade de Cambridge.
17/11. Terça-feira, 10h às 12h.
R$ 30,00; R$ 15,00; R$ 9,00
As inscrições podem ser feitas pessoalmente nas Centrais de Atendimento do Sesc São Paulo ou pelo Portal do Centro de Pesquisa e Formação.
https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/
Tel.: 11 3254-5600
Fonte disponível em: <http://www.conversapepagina.com.br/bloco22015.php>
JK Rowling começou a escrever seu primeiro livro infantil depois de Harry Potter
The Independent
Por Katherine Cowdrey
Caros Leitores,
JK Rowling tem estado muito ocupada ultimamente: não apenas estreou uma nova produção teatral de Harry Potter - The Cursed Child - como acaba de lançar o terceiro livro escrito com o pseudônimo Robert Galbraith. Mas em entrevista a Simon Mayo, da Radio 2, ela revelou que está novamente trabalhando em um livro para crianças: “Eu tenho uma ideia para um livro para crianças; na verdade já escrevi uma parte desse livro e realmente amei, então com certeza vou terminá-lo. Haverá um novo livro para crianças.” Rowling participou do show da manhã para promover o novo romance de Galbraith, Career of Evil, o mais recente da serie do detetive Cormoran Strike.
Leia mais em inglês
Fonte Disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02811/>
Por Katherine Cowdrey
Caros Leitores,
JK Rowling tem estado muito ocupada ultimamente: não apenas estreou uma nova produção teatral de Harry Potter - The Cursed Child - como acaba de lançar o terceiro livro escrito com o pseudônimo Robert Galbraith. Mas em entrevista a Simon Mayo, da Radio 2, ela revelou que está novamente trabalhando em um livro para crianças: “Eu tenho uma ideia para um livro para crianças; na verdade já escrevi uma parte desse livro e realmente amei, então com certeza vou terminá-lo. Haverá um novo livro para crianças.” Rowling participou do show da manhã para promover o novo romance de Galbraith, Career of Evil, o mais recente da serie do detetive Cormoran Strike.
Leia mais em inglês
Fonte Disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02811/>
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Bookcrossing ganha adeptos nas universidades brasileiras
Caros leitores,
o movimento Bookcrossing foi concebido em 2001 pelo programador Ron Hornbaker. No mês seguinte foi lançado o site www.bookcrossing.com. Desde então, o movimento tem crescido exponencialmente, tornando-se global: está presente em 132 países, com quase 11 milhões de livros registrados e 2,5 milhões de membros.
O BookCrossing é a prática de deixar um livro num local público, para ser encontrado e lido por outro leitor, que por sua vez deverá fazer o mesmo. O objetivo do Bookcrossing é “transformar o mundo inteiro numa biblioteca”. Os membros desta comunidade de leitores, que não conhece limites geográficos, possuem um sentimento de partilha tão grande que não se importam de libertar seus próprios livros em locais como cafés, transportes públicos, bancos de praças e outros lugares que a imaginação ditar, para que outras pessoas os possam ler, ao invés de manter as obras paradas nas estantes. É uma forma de tornar o acesso à cultura e especificamente à leitura verdadeiramente universal.
Esta prática vem ganhando adeptos nas universidades brasileiras também. A Universidade Anhembi Morumbi iniciou seu primeiro ponto de BookCrossing no Campus Centro (Bresser) em 2011, e desde então já conta com mais dois pontos nos campi Vila Olímpia e Morumbi. Participam também do projeto a UFP - Universidade de Passo Fundo, e mais recentemente, a UNESP de Rio Claro também estreou seu primeiro ponto.
Se você gostou da ideia e gostaria de participar, CLIQUE AQUI para mais informações.
Fonte disponível em:<http://www.bookcrossing.com.br/>
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
MEIO DIA - Filme produzido por alunos do curso de Rádio e TV, como produto final do Programa Uma Universidade que Lê, com o livro "Todos os fogos o fogo" de Julio Cortazar.
Caros leitores,
nessa semana apresentamos a vocês o filme "Meio Dia", finalista do Expocom (Intercom 2015) na categoria fotografia em movimento e finalista no Festival de Cinema do Pernambuco.
O filme é o produto final do programa "Uma Universidade que Lê" com o livro "Todos os fogos o fogo", de Julio Cortazar.
O filme foi produzido por estudantes do curso de Rádio e TV, da Escola de Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, na disciplina de Estudos da Semiótica, ministrada pela Profa. Fátima Delbono.
Para acessar o filme clique aqui.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Qual Programa Usar Para Ler Livros Digitais?
Qual Programa Usar Para Ler Livros Digitais?
Por: EDUARDO MELO
Essa dúvida é muito comum: que programa usar para ler um eBook? Existem muitos formatos e muitos programas. E tantas opções complicam a vida de quem não é craque em informática, na hora de ler livros digitais. Então vou tentar acender um fósforo nessa sala escura, para a turma que tem essas dúvidas.
Por: EDUARDO MELO
Essa dúvida é muito comum: que programa usar para ler um eBook? Existem muitos formatos e muitos programas. E tantas opções complicam a vida de quem não é craque em informática, na hora de ler livros digitais. Então vou tentar acender um fósforo nessa sala escura, para a turma que tem essas dúvidas.
No Computador
Quer ler no computador? Sabe, ou aceita, instalar um programa novo? Se a resposta forsim, sugiro sem sombra de dúvida a leitura no formato ePub, usando o Adobe Digital Editions, um aplicativo gratuito da Adobe. No ADE, é possível manter uma biblioteca de livros, marcar páginas, aumentar ou diminuir o tamanho da fonte, e ajustar o texto para o tamanho da sua tela, independente do aparelho que você usa. E a experiência de leitura vai ser boa. A interface é bastante simples e este é o programa mais usado para a leitura no computador.
Também vale usar o Calibre, outro aplicativo gratuito que, além de funcionar como leitor de eBooks, também é uma biblioteca digital particular e um ótimo conversor de arquivos.
E quem quer ler no computador e não entende nada de informática? Aí o negócio é ler emPDF. A leitura na tela não será uma maravilha, mas é ultra-simples, basta baixar o livro e abrir. A esmagadora maioria dos computadores tem um programa que lê PDF instalado, geralmente o Adobe Reader, em português.
Dá para ler direto no navegador, sem precisa instalar qualquer programa. Você pode conferir essa matéria aqui.
No eReader
Para os que já possuem um eBook reader, ou simplesmente eReader, aí só depende do seu aparelho.
Quem tem um Kindle, o mais famoso desses aparelhos, poderá ler nos formatos AZW (livro com proteção da Amazon), mobi, PDF e até em outros, desde que seja feita a conversão do arquivo.
Quem possui um iriver, Positivo Alfa ou Cool-ER, consegue usar seu aparelho em qualquer país, e com uma enorme vantagem: eles aceitam ler os livros que você já tem em ePub, PDF e vários outros formatos. A mesma qualidade de leitura do Kindle, sem as amarras de copyright e formato da Amazon.
No Smartphone e no Tablet
Não importa qual a marca do seu tablet ou smartphone, já existe um aplicativo para leitura de eBooks neles.
Se você possui um iPad, ele já vêm com o app iBooks, mas você também poderá baixar oBluefire e o Saraiva Reader. Se você tem um tablet com Android, os apps Aldiko e Bluefire são os mais indicados – todos eles são gratuitos.
No papel
Sim, é possível ler livros eletrônicos no papel, desde que você seja capaz de imprimir o arquivo… observe que quase nenhum livro eletrônico permite que você faça isso. No caso dos livros da Plus, eles podem ser impressos pelos fãs da celulose – basta baixar as versões em PDF e mandar ver.
Fonte disponível em:<http://ebooknews.com.br/qual-programa-usar-para-ler-livros-digitais/>sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Flashmob "Ler Move o Mundo"
Flashmob "Ler Move o Mundo"
Ação acontece no sábado, dia 26, às 14h, com o objetivo de promover a leitura
Por: Vida Simples Digital
Neste sábado, dia 26 de setembro, às 14h, haverá um Flasmob que dá gosto de participar. O objetivo é reunir gente que gosta de ler para compartilhar seu livro predileto. O mote: Ler move o mundo. A ação vai acontecer, simultaneamente, em 13 cidades da América do Sul: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Buenos Aires, Córdoba, Montevidéu, Lima, La Paz, Bogotá, Caracas e Santiago do Chile.
Flasmob são aglomerações de pessoas, que fazem uma ação inusitada, em um local determinado. A mobilização acontece por meio das redes sociais. No Flasmob “Ler move o mundo”, a ideia é que cada participante leve um livro querido, que tenha feito diferença na vida (quem não tem?) e leia um trecho especial para outra pessoa. Quem quiser pode trocar ou oferecer o livro para um desconhecido. Vale, até mesmo, exemplares em outras línguas. Em São Paulo, por exemplo, a ação será no vão livre do MASP (avenida Paulista, 1578). O flashmob literário está marcado para às 14h.
A iniciativa é do Instituto Goethe – os organizadores são os 13 Goethe-Institutos na América do Sul –, em cooperação com a EUNIC (European Union National Institutes for Culture). O Flashmob tem apoio também do projeto Tem Mais Gente Lendo.
Para promover o evento e chamar os amigos, vale usar as hashtags #lermoveomundo
Instituto Goethe
Tem Mais Gente Lendo http://temmaisgentelendo.com/
Fonte disponível em:<http://vidasimples.uol.com.br/noticias/compartilhe/flashmob-ler-move-o-mundo.phtml#.VgUn549Vikr>
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Future Library reúne livros para publicá-los daqui a cem anos
Por BRUNO MORAES.
Garantir hoje a existência de livros que jamais leremos. Em desenvolvimento desde o ano passado, o projeto Future Library, da artista escocesa Katie Paterson, visa a criar uma biblioteca com textos produzidos atualmente, mas que serão impressos somente 2114.
Neste intervalo de um século, cem autores serão convidados a entregar uma obra, que permanecerá inédita por cem anos, enquanto as mil árvores plantadas em uma floresta nos arredores de Oslo, na Noruega, crescem para se tornarem páginas. A escritora, poeta, ensaísta e crítica literária Margaret Atwood foi a primeira convidada e entregou, em maio, ao Future Library, os manuscritos de Scribbler Moon: “O título dá bastante margem a especulações. Traz tanto a ideia de escrever como a ideia de tempo”, declarou. A cerimônia foi documentada em vídeo no seguinte link:
Em 2015, o autor participante é o romancista britânico David Mitchell. A cada ano, um novo autor será convidado a contribuir. Os originais serão confiados à nova Biblioteca Pública de Oslo, onde serão mantidos em uma sala especialmente projetada pela artista. Os textos não ficarão disponíveis a consulta.
“Estou muito honrada e também muito feliz por fazer parte dessa iniciativa. Esse projeto, ao menos, acredita que a raça humana estará por aqui em cem anos. O Future Library deve atrair muita atenção com o passar das décadas, enquanto as pessoas acompanham o progresso das árvores, notam o que vive nelas e ao redor delas, e tentam adivinhar o que os autores deixaram em suas caixas fechadas”, comentou Margaret Atwood.
Saiba mais sobre o Future Library em um vídeo sobre o projeto.
Fonte disponível em:>http://ebooknews.com.br/future-library-reune-livros-para-publica-los-daqui-a-cem-anos/?utm_source=eBookNews&utm_campaign=006b05ea2c-B_060815&utm_medium=email&utm_term=0_516b044354-006b05ea2c-377419853>
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
72% dos universitários preferem livros impressos a ebooks
Por BRUNO MORAES.
Uma pesquisa organizada pela Direct Textbook – ferramenta de comparação de preços de livros – revelou que sete em cada 10 universitários de instituições norte-americanas preferem livros impressos a ebooks.
Percentualmente, 72% dos estudantes disseram preferir livros didáticos impressos, 27% mencionaram preferir ebooks e 2% afirmaram não ter preferência.
Os argumentos mais citados pelos estudantes para defenderem os impressos foram maior facilidade de leitura, predileção por destacar fisicamente passagens importantes, preços mais baixos e falta de necessidade de acessar a internet. Eles ressaltaram que os ebooks têm como pontos negativos a formatação, a navegação e a dificuldade de fazer marcações, além de causarem dores nos olhos e distração durante a leitura.
Outros problemas mencionados foram o fato de professores não permitirem tablets ou laptops em sala de aula. Além disso, os universitários têm o hábito de imprimir páginas de ebooks de qualquer maneira.
Já os alunos que disseram preferir ebooks destacaram que os livros eletrônicos são mais baratos e mais leves, não precisam ser devolvidos e não agridem o ambiente. Também têm a vantagem de permitirem ajustar o tamanho das fontes e o brilho da tela. Os estudantes ainda mencionaram a facilidade de encontrar anotações por meio de uma pesquisa e a possibilidade de converter o texto em áudio. É interessante notar que vários entrevistados disseram preferir ebooks para leitura recreativa, mas não para o aprendizado acadêmico.
Os resultados da pesquisa da Direct Textbook estão alinhadas com dados de mercado. De acordo com o Student Monitor, 87% dos livros didáticos adquiridos em 2014 eram edições impressas (36% eram novos, 36% eram usados e 15% eram alugados). Ebooks compuseram apenas 9% do mercado. Os 4% restantes foram resultado do compartilhamento de arquivos.
“Dada a ubiquidade dos dispositivos de leitura de ebook nos campi universitários, é interessante que os alunos prefiram livros impressos a ebooks, e que o comportamento de compra apoia esse sentimento”, disse Morgan MacArthur, chief technology officer da Direct Textbook. “O que é ainda mais interessante são as diferenças de percepção: tanto os alunos que preferiam livros didáticos como aqueles que preferiam ebooks citaram preços mais baixos como uma razão. Às vezes, livros didáticos impressos são mais baratos, outras vezes, os ebooks são. O aluno médio vai gastar 5 mil dólares em livros didáticos para ganhar um diploma num curso de quatro anos, por isso é importante comparar todas as opções”.
Fonte disponível em: http://ebooknews.com.br/72-dos-universitarios-preferem-livros-impressos-a-ebooks/?utm_source=eBookNews&utm_campaign=006b05ea2c-B_060815&utm_medium=email&utm_term=0_516b044354-006b05ea2c-377419853>
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