terça-feira, 28 de abril de 2015

Trip Book, um livro que altera a história de acordo com a localização do leitor

Escrita por Marcelo Rubens Paiva, trama usa GPS para referenciar pontos da cidade detectada








Com uma história original escrita por Marcelo Rubens Paiva, o Trip Bookconta a aventura de um casal que decide reviver a viagem de lua de mel que fizeram muitos anos atrás.
A cidade de destino, porém, muda de acordo com a localização do leitor. Através de GPS, o livro detecta o local e altera as referências de ruas, parques e pontos turísticos, mantendo a mesma trama principal. Se você viajar durante a leitura, a história viaja junto, num ótimo contexto para promover o programa de milhagem Smiles.
Há limitações, claro, por isso só estão disponíveis dados para Nova York, Paris, Rio de Janeiro, Lisboa, Roma e Buenos Aires, com a promessa de adição de novas capitais no futuro.
O Trip Book pode ser baixado para Android na Play Store, e a versão iOS deve sair em breve.
A criação é da FCB Brasil.
Fonte disponível em:<http://www.b9.com.br/57371/advertising/trip-book-smiles/>

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Ler é uma grande viagem. Este projeto confirma!

Ler é uma grande viagem. Este projeto confirma
Por Ivani Cardoso




Desde 2003 a atriz Élida Marques está à frente de um projeto muito especial de incentivo à leitura. Até agora, mais de 30.000 pessoas entre jovens, adultos e crianças já participaram do programa, envolvendo ainda 
150 escolas; 500 apresentações e 100 cidades visitadas. Para este ano, a equipe do Ler é uma viagem pretende atender cerca de 6.000 educadores em 50 cidades brasileiras. O melhor é que o retorno tem sido excelente, muitos professores relatam que estão mais criativos na hora de propor a atividade em sala de aula, incluindo muita leitura, conversa, música e teatro. O projeto é um programa de incentivo à leitura para escolas, bibliotecas e espaços culturais. Élida tem espalhado leituras pelo Brasil afora. Viajou cinco estados brasileiros com os contos de Andersen; leu Guimarães Rosa pelos sertões mineiro e paulista; viajou com Monteiro Lobato pelo estado de SP; apresentou-se com Fernando Pessoa no Consulado de Portugal; produziu e ainda produz diversos eventos literários com repertório variado. Os projetos apoiados por leis de incentivo do Ler é uma Viagem ocuparam praças, parques, bibliotecas públicas e principalmente escolas, com histórias de Monteiro Lobato, Guimarães Rosa e Hans Cristian Andersen, entre outros autores. No site www.lereumaviagem.com.br estão informações sobre as ações do programa, material de apoio pedagógico para educadores, dicas e conteúdos sobre leitura. Élida reconhece que ainda há muito por fazer e revela seu maior sonho: “Criar e manter uma Casa de Leituras, com fogão a lenha e uma biblioteca viva, com espaço para fazer artesanato enquanto se lê e ouve histórias.”

Qual é o maior desafio nesse projeto?
Nosso maior desafio é a manutenção. É complicado manter a continuidade de nossos eventos e de nossas ações de formação com educadores, voluntários, professores, pois dependemos de patrocínio e há interrupções, processos que envolvem captação de recursos, renovações de contrato, etc, que nos fazem, às vezes, ficar períodos sem ir a campo. Felizmente, conseguimos apoio da CCR por todo o ano de 2015. Outro grande desafio é manter o treinamento e a pesquisa dos mediadores envolvidos. Nesse sentido estamos em busca de um espaço permanente para ser a nossa “casa de leituras”, onde poderemos desenvolver nossos ensaios, armazenar adereços e figurinos, expor e compartilhar a biblioteca do Ler é uma viagem, realizar oficinas para educadores, mediadores e incentivar as rodas de leituras e saraus lítero-musicais.

Qual foi o momento de maior emoção até agora?
Nossa! São tantas emoções ao longo desses 12 anos, mas posso citar os encontros em que unimos, em uma mesma sessão de leitura, mulheres idosas bordadeiras, adolescentes, crianças, músicos e professores em torno de uma história. É uma experiência maravilhosa ler um texto em conjunto e poder ver e sentir o quanto as pessoas são diferentes, estão em momentos da vida bem diversos, mas emocionam-se juntas, escutam, dão risada, se observam, conversam. Criamos ali uma atmosfera de muita emoção, troca e aprendizagens.

Pode falar de resultados alcançados?
Sim. Sentimos o resultado alcançado na hora da apresentação e no final, com a receptividade do público. O modo como as pessoas participam da sessão de leitura, o envolvimento, a escuta, os comentários. Os professores também nos dão retorno de que estão mais criativos na hora de propor a leitura em sala de aula, pois nossas sessões mostram como é possível haver muita leitura e também conversa, música, teatro. Daí a saber se tornaram-se leitores? Só o tempo dirá. É preciso continuidade nas ações. Por isso, esse ano, investimos também em um site mais interativo, onde poderemos manter contato com todas as pessoas que participam das sessões de leitura. 

E como é o contato com os professores?
Nossa ideia é justamente continuar trocando experiências com educadores, mediadores e aprofundar as pesquisas e trabalhos de todos com a leitura. Em parceria com a Saberes – Consultoria Educacional intensificamos as oficinas com professores e professoras e passamos a realizar uma pesquisa de satisfação. Em 2014, tivemos quase 100% de aprovação nas atividades desenvolvidas em 17 cidades do interior de SP, com patrocínio da CCR ViaOeste. E, agora em 2015, o Instituto CCR, resolveu ampliar o alcance do LER em 50 cidades atendidas pelas empresas do grupo: NovaDutra, RodoNorte, ViaLagos, AutoBAn, SPVias e a ViaOeste, novamente. Atenderemos esse ano, 6.000 educadores em 50 cidades brasileiras.

Qual é a participação governamental nesses projetos?
Os projetos são patrocinados por leis de incentivo fiscal, seja no âmbito federal (Lei Rouanet), ou estadual (ProAC ICMS). Este ano, pela primeira vez, fui premiada no Edital de Aprimoramento Técnico Artístico da Secretaria de Estado da Cultura. Também desenvolvemos parcerias com as Secretarias de Educação e Cultura da cidade de Salto (SP), que sempre apoia nossas ações com cessão de espaço e equipe prestativa. Quando viajamos por diversas cidades, com projetos incentivados, as Secretarias de Educação sempre nos recebem de braços abertos e oferecem toda infraestrutura para a realização das apresentações e oficinas.

Qual é o seu maior sonho?
Criar e manter uma Casa de Leituras, com fogão a lenha e uma biblioteca viva, com espaço para fazer artesanato enquanto se lê e ouve histórias. Uma casa com horta comunitária, captação da água da chuva, geração de energia com brinquedos giratórios e muito trabalho colaborativo. Um lugar para praticar o que se lê, ouve e fala.

Como você começou a ler?
Comecei a ler apaixonadamente quando comecei a fazer teatro, aos 15 anos de idade. Meu primeiro livro sem figuras foi "Manu, a menina que sabia ouvir”, de Michael Ende. Fiquei muito impressionada com os Homens Cinzentos, que roubam o tempo das pessoas. Até hoje, busco a sabedoria dessa personagem que sabia ouvir como ninguém. A sua escutatória curava as relações e trazia mais harmonia para seus vizinhos e amigos.

Poderia dar algumas dicas para incentivar o prazer da leitura em crianças e adolescentes?
Em abril, os profissionais do programa mostraram atitudes simples e fundamentais para despertar o gosto pela leitura justamente para comemorar duas datas importantes no universo da literatura: o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia Mundial do Livro (23). Sabemos que é importante começar cedo, pois diferente do que se pode imaginar, não existe uma idade certa para começar a apresentar para os pequenos o mundo da leitura. Aliás, é possível incluir a convivência com as histórias e os livros desde a gestação. Inclua sempre nas conversas diárias com o bebê a leitura e narração de histórias em voz alta. 

O que são atitudes leitoras que vocês incentivam?
Sabemos que o exemplo também é fundamental para que as crianças e adolescentes entrem em contato com o prazer que a leitura pode proporcionar. Mostre para eles que você também é um leitor apaixonado. Fale sobre os livros que você gostava quando tinha a mesma idade que ele, mostre quais são as histórias que você está lendo hoje. Leia em voz alta para eles histórias que você também gosta muito. Cerque-os de livros: é importante que as crianças tenham sempre à mão diferentes livros e que possam ser livres para investigá-los. 

É importante respeitar a faixa etária indicada?
Não fique restrito às recomendações de faixa etária: elas são apenas recomendações! Muitas vezes as crianças e adolescentes gostam de textos e estilos que não foram desenvolvidos especificamente para eles. Os bebês, por exemplo, costumam gostar muito de poesia pelas rimas e textos com repetições e palavras. Neste caso, a sonoridade atrai a atenção deles. Muitos adolescentes também se encantam com livros com muitas ilustrações e pouco texto, pois são visuais e rápidos de ler. Mostre que há um mundo para se explorar: ofereça o maior número possível de gêneros e formatos de livros. É importante que eles tenham contato com diferentes autores, dos clássicos aos modernos, com contos, crônicas e poesias, que possam conhecer diferentes tipos de ilustradores.

Como selecionar as melhores opções?
Ofereça paixões: encontre livros e histórias com temas que eles já gostam. Muitas vezes o leitor começa a se apaixonar primeiro por temas que já são familiares para ele. Deixe que eles escolham: não tente impor o seu gosto pessoal para os novos leitores. Ofereça os estímulos para que ele descubra. Não tenha preconceito. Não existe certo e errado na paixão pelos livros. Saia do literário: o universo da leitura vai muito além dos livros e passa por toda a cultura escrita. Muitas vezes a iniciação não acontece através da literatura, mas dos gibis, das revistas e de outros formatos escritos. Não fique chateado: se ele te interromper, se pular páginas ou ainda se ele não chegar ao final da história. O gosto pela leitura pode não ser “instantâneo”; ele exige tempo, depende do dia, do ambiente e de muitas histórias para que se consolide.


Fonte disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02164/>

quarta-feira, 15 de abril de 2015

O teste PISA avaliará também a capacidade crítica dos alunos

O teste PISA avaliará também a capacidade crítica dos alunos
El Periódico
María Jesús Ibáñez 


Imagem de Ferran Nadeu

Os alunos do futuro (os de amanhã) deverão ter espírito crítico, ser criativos, ser bons comunicadores e estar capacitados para trabalhar em equipe. Além disso, devem dominar as competências básicas de Matemáticas, Ciências e Compreensão de Leitura e as tecnologias e, é claro serão obrigados a provar as qualidades de caráter, como a curiosidade, a iniciativa, a persistência, a adaptação, a liderança e um espírito solidário para com o ambiente social e cultural. Esta é, nem mais nem menos, a conclusão do informe Nueva visión para la educación, que foi apresentado à organização World Economic Forum, uma entidade independente, com sede em Genebra (Suíça), que tem se dedicado a projetar o perfil do aluno do século XXI  “a partir dos dados obtidos em uma centena de países”, explicou Elizabeth Kaufman, a porta voz do Boston Consulting Group, que participou do estudo. As 16 características que segundo os pesquisadores devem estar reunidas no aluno ideal – o trabalhador do futuro – são, no entanto, difíceis de avaliar. 

Leia mais em espanhol
Fonte Disponível em: <http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02111/> 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

SmartBook, uma nova ferramenta de McGraw-Hill Education que se adapta ao ritmo de aprendizagem de cada aluno




Caros leitores,
A vida cotidiana em sala de aula mostra que não há dois estudantes iguais. Cada aluno aprende a um ritmo e de maneiras diferentes, com necessidades e habilidades únicas que os métodos de ensino e os livros didáticos tradicionais não são capazes de resolver. Com o objetivo de ajudar a que a aprendizagem se torne uma experiência pessoal e adaptada ao ritmo de cada aluno, a McGraw-Hill Education desenvolveu o SmartBook, ferramenta de aprendizagem adaptativa para o Ensino Secundário, que combina tecnologia inovadora com um livro digital interativo. O SmartBook oferece uma experiência de leitura e aprendizagem adaptada para trocar a forma que os estudantes leem e aprendem, rompendo com o caminho linear dos livros de textos tradicionais e adaptando-se às necessidades e ritmos de cada aluno. 
Leia mais em espanhol

Disponível em:<http://www.contec-brasil.com/pt/newsletter/02122/>